quinta-feira, 5 de agosto de 2010

A "lei das palmadas" vai pegar?

Não é novidade os questionamentos a respeito de como educar uma criança. O assunto é polêmico e divide a sociedade.
De um lado estão aqueles que defendem que não se pode nem levantar a mão em ameaça a uma criança.
Do outro estão aqueles que dizem que "uma palmadinha" não faz mal nenhum.

Mas essa "palmada" pode estar com os dias contados, isso se depender da deputada federal Maria do Rosário, do PT do Rio Grande do Sul, que propôs um projeto de Lei 2.654/03 emendando o Estatuto da Criança e do Adolescente, que proíbe quaisquer castigos físicos impostos às crianças, até mesmo a simples e clássica palmada.
O projeto ainda está em processo de aprovação pela Comissão de Constituição e Justiça da Câmara dos Deputados, mas já está gerando um grande debate.

Segue um trecho:
Art. 18A – A criança e o adolescente têm direito a não serem submetidos a qualquer forma de punição corporal, mediante a adoção de castigos moderados ou imoderados, sob a alegação de quaisquer propósitos, no lar, na escola, em instituição de atendimento público ou privado ou em locais públicos.

Vale uma análise sobre a proposta da Deputada.
Essa lei pode reduzir os "exageros" nos "castigos físicos", pois estes podem deixar traumas por toda vida em uma educação baseada em sofrimento e psíquico de uma criança.
Por outro lado, elas precisam de limites. Fatalmente, filhos sem limites serão adultos sem limites, sem preparação para o futuro que o mundo lhes aguarda. E assim vão viver, achando que podem fazer o que quiserem, porque foram criados dessa forma. Esses limites são essenciais para o desenvolvimento psicológico  e social de uma criança, não necessariamente precisam ser uma punição física. Podem vir através de uma repreensão dura ou simplesmente de um "NÃO" na hora certa.

Enfim, Será que o estado tem o direito de intervir na educação que você dá ao seu filho? Será que essa lei vai "pegar"?


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terça-feira, 3 de agosto de 2010

Apedrejamento: Brasil X Irã

  A repercussão sobre o caso da iraniana Sakineh Mohammadi Ahstian, não para de crescer. Ela foi acusada em 2006 de ter relações "ilícitas" com dois homens após a morte de seu marido, supostamente assassinado.


  Explicando melhor: Durante o julgamento sobre a morte de seu marido, o principal suspeito acusou Sakineh de ter tido um caso extraconjugal enquanto seu marido ainda era vivo (que é crime grave no Irã).  O artigo 71 do código penal iraniano, de 1983, lista como pena para o adultério a morte, que pode ser por apedrejamento (lapidação).

  O caso começou a ganhar repercussão quando seus dois filhos decidiram fazer uma campanha para tentar salvar a mâe, que já recebeu 99 chibatadas como "punição" quando foi acusada.

A campanha recebeu apoio de pessoas como Caetano Veloso, Chico Buarque, Yoko Ono, Fernando Henrique Cardoso e finalmente o Presidente Lula.

Oficiais da prisão onde Sakineh  se encontra, chegaram a pedir ao Judiciário do Irã que a pena fosse "trocada" : Apedrejamento por enforcamento, alegando que a primeira é considerada "Medieval" por muitos países (e enforcamento, não?).

E então? O Brasil deve se meter e abrigar Sakineh por aqui? Mesmo isso significando que estaríamos  "passando por cima" do código penal (mesmo que ultrapassado na visão "moderna") iraniano?

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sexta-feira, 30 de julho de 2010

Legalização da Maconha: Prós e Contras


  Falar sobre a legalização da Maconha deixa um rastro de discórdia. Há quem afirme que ela destrói o cérebro e conduz ao crime. Também existem aqueles que enaltecem suas propriedades medicinais.
Neste debate polêmico existem dois lados: Os favoráveis à legalização da Cannabis e os contra.
Existem dezenas de fortes argumentos de ambos os lados, dentre eles:

 Contras:

- De onde virá o dinheiro para repor o prejuízo do tráfico? Com drogas mais pesadas? Ou vão vão "descer para o asfalto" e aumentar as estatísticas de sequestros relâmpagos?
- Existe a teoria da "Porta de entrada", que diz que muitos usuários de Cocaína começaram com  o uso da Maconha.
- Com poucas vagas para os dependentes na saúde pública, será prudente aumentar o número de usuários?
- O consumo poderia aumentar através da divugalção da Maconha (TV, Internet e etc) ou simplesmente da "curiosidade".

 Prós:

- Estudos dizem que a droga causa aumento do apetite e tem efeito anti-emético (combate ânsias e vômitos), características bem vindas no tratamento de doentes de alguns tipos de câncer e AIDS.
- Um dos argumentos dos favoráveis é que a Maconha traz menos máles à saúde que o Álcool e o Tabaco.
- Em tese com a legalização, a Maconha saíria das mãos do tráfico. Logo diminuiria o dinheiro disponível para os criminosos se armarem e afastando o cidadão comum (consumidor) do envolvimento com o crime.

  Esses são apenas alguns dos argumentos de ambos os lados. Vale ressaltar que a Holanda, sempre citada como um país onde a Maconha é liberada. É bom lembrar algo que pouca gente sabe: na Holanda a Maconha não é "liberada". Não há pena para comprar até 5g/dia de maconha em coffee-shops, mas a produção e o consumo fora de coffee-shops são crimes.


  Existe um ponto complicado nisso tudo: O Mito "Maconha não faz mal" existe e com isso será que as pessoas sabem, realmente, o que estão discutindo?

 
 O que você acha?


quarta-feira, 17 de fevereiro de 2010

Origem dos símbolos religiosos

  Alguma vez já se perguntou a origem de um símbolo religioso específico?
 Aí vai a lista dos mais famosos :

segunda-feira, 15 de fevereiro de 2010

O maior confronto "Jedi" todos os tempos!

  Muitos já devem ter lido ou ouvido falar de Flashmob. No último dia 13 na cidade de Bristol, na Inglaterra, aconteceu um flashmob bem curioso...