De um lado estão aqueles que defendem que não se pode nem levantar a mão em ameaça a uma criança.
Do outro estão aqueles que dizem que "uma palmadinha" não faz mal nenhum.
Mas essa "palmada" pode estar com os dias contados, isso se depender da deputada federal Maria do Rosário, do PT do Rio Grande do Sul, que propôs um projeto de Lei 2.654/03 emendando o Estatuto da Criança e do Adolescente, que proíbe quaisquer castigos físicos impostos às crianças, até mesmo a simples e clássica palmada.
O projeto ainda está em processo de aprovação pela Comissão de Constituição e Justiça da Câmara dos Deputados, mas já está gerando um grande debate.
Segue um trecho:
Art. 18A – A criança e o adolescente têm direito a não serem submetidos a qualquer forma de punição corporal, mediante a adoção de castigos moderados ou imoderados, sob a alegação de quaisquer propósitos, no lar, na escola, em instituição de atendimento público ou privado ou em locais públicos.
Vale uma análise sobre a proposta da Deputada.
Essa lei pode reduzir os "exageros" nos "castigos físicos", pois estes podem deixar traumas por toda vida em uma educação baseada em sofrimento e psíquico de uma criança.
Por outro lado, elas precisam de limites. Fatalmente, filhos sem limites serão adultos sem limites, sem preparação para o futuro que o mundo lhes aguarda. E assim vão viver, achando que podem fazer o que quiserem, porque foram criados dessa forma. Esses limites são essenciais para o desenvolvimento psicológico e social de uma criança, não necessariamente precisam ser uma punição física. Podem vir através de uma repreensão dura ou simplesmente de um "NÃO" na hora certa.
Enfim, Será que o estado tem o direito de intervir na educação que você dá ao seu filho? Será que essa lei vai "pegar"?
O que você acha?




